Jablonski
descobriram uma relação entre o ácido fólico e a radiação ultra violeta. Ácido fólico, conhecido como folato, é necessário para inúmeras funções do corpo: divisão e crescimento celular, produção de novas proteínas, formação de hemácias e é essencial durante a gravidez para o desenvolvimento do feto e formação do tubo neural. O excesso de radiação ultravioleta pode destruí-lo, por isso os nossos ancestrais (que ainda estavam na África) precisavam ser escuros para sobreviverem. Com a expansão Homo pela terra para lugares que não se tinha grande incidência de sol, juntamente com a pele escura gerou dificuldades tendo em vista que a falta de ultravioleta impede a formação da vitamina D, o que causa doenças que levam a morte como raquitismo, por isso, com a migração para novos lugares esses Homos tiveram que ficar mais pálidos. É fácil notar esse ponto até mesmo nos dias atuais, se pararmos para analisar a quantidade de melanina — proteína que bloqueia a radiação ultravioleta — aumenta nas regiões equatoriais e diminuir quando se vai para lugares mais perto dos polos. Essa diminuição da pigmentação da pele foi uma forma de sobreviver as novas condições do ambiente. Calcula-se que essa mudança genética precisou de 20 mil anos para acontecer.
Escrito por: Raquel Simões Albuquerque

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